
Seus passos ecoavam pelo corredor vazio, ele não sabia quanto tempo ainda tinha até que alguém descobrisse o enfermeiro com o pescoço quebrado sobre a maca onde ele estava amarrado poucos minutos antes, sua sorte, o enfermeiro é um maníaco sexual, um bastardo filho da puta que achou que ia se aproveitar dele quando o sedasse novamente, mas ele não sabia que Kat não havia tomado o ultimo comprimido dado durante a tarde, sendo assim, no momento em que o enfermeiro o soltou para virá-lo de costas, Kat deu-lhe um chute na altura do estomago e pulou em cima dele quebrando-lhe o pescoço. E agora estava ele, correndo pelos corredores de um manicômio que deveria estar abandonado em um local ermo da Espanha. Seu pai, seu namorado e seus amigos deviam estar desesperados à sua procura, já que pelas contas ele deveria estar desaparecido a alguns dias, só não sabia exatamente quantos. Enquanto corre Kat relembra os últimos dois anos, seu namoro com o Bruno estava super bem, lembrou dos seus amigos Paulo e Rafael cuja amizade ele valorizava imensamente, principalmente agora que Bruno também havia conquistado a amizade dos meninos, lembrou do pai que sempre estava ao seu lado desde a morte da sua mãe, ele estava no quarto período de arqueologia na faculdade, havia aprimorado suas habilidades e conhecimentos na luta contra o oculto e o místico, seu aniversário de dezenove anos se aproximava, havia ganho em um concurso uma viagem a Espanha e foi ai que tudo começou a dar errado, a viagem na verdade era uma armadilha de um antigo culto o qual Kat já havia ajudado um outro "detetive do sobrenatural" como ele a atrapalhar os planos do grupo macabro, mas eles haviam jurado vingança e sumiram, e agora ele estava aqui, correndo por esses corredores, o piso solto e quebrado em vários lugares, as paredes mofadas e descascando, fios soltos balançando perigosamente sobre poças de água no chão, por um momento ele ri e pensa: - que coisa mais clichê, pelo menos podiam ter escolhido um lugar mais original.-
De repente ele para. Parecia ter escutado algo, passos, vozes, será que já deram pela sua falta? Ele achava que não já que pelo que o notara havia sido mantido preso na ala mais afastada desse hospício. Com cuidado ele arranca a agulha com o tubo do soro que finalmente lembrara-se de tirar do braço.
O forte cheiro de mofo entrava pelo seu nariz enquanto ele andava colado à parede procurando não chamar atenção caso alguém surgisse no final do corredor.
Ele para, mas não escuta nada, então continua a correr procurando fazer o mínimo de barulho possível com seus pés descalços no corredor vazio.
Então ele vê.
A saída.
Mas ele desconfia.
Não há ninguém aqui vigiando e isso significa que, ou ele está em um lugar tão afastado de tudo que seus captores não achem que ele seja capaz de encontrar alguma ajuda, ou isso é uma armadilha e ele será capturado assim que tentar fugir, ou eles estão tão seguros de seu plano que nunca iriam imaginar que ele pudesse fugir e por isso não há ninguém vigiando a portaria.
Calmamente ele se esgueira até o balcão de informações da entrada, até o momento ninguém apareceu. Para sua sorte eles deixaram a entrada do hospício exatamente como estava talvez para não levantar suspeitas de um ocasional viajante que passasse por ali e visse portas novas em um local abandonado.
A porta estava trancada, Katsu então "escorrega" pelo buraco que há no vidro quebrado da porta e se corta no braço – droga! Espero não pegar nenhuma infecção, mas esse corte não significa nada comparado a conseguir fugir desse lugar maldito. -
Bem a tempo ele consegue passar pelo buraco sem mais nenhum corte e corre para a floresta próxima - pra isso aqui ficar mais clichê só falta eu ser perseguido por monstros na floresta, de preferência lobisomens. -
Sorrindo ele corre pela floresta, tropeçando em algumas raízes já que não nesse momento ele está pouco se importando com o cuidado de aonde deve pisar, ele só quer se afastar o mais rápido possível desse local.
Sujo e machucado devido algumas quedas ele percebe que o sol está perto de se por e até o momento aparentemente ninguém deu por sua falta ou não sabem por onde começar a procurar pelo menos ele se lembrou de apagar suas pegadas algumas vezes para tentar atrapalhar seus captores no caso dele estar sendo perseguido. Ele houve um barulho, algo parecido com um murmúrio e vai lentamente em sua direção até que encontra um rio que não parece ser muito profundo, Kat bebe um pouco de água e tem uma idéia, parece ser um pouco louca, mas no momento tudo é válido para conseguir voltar para seu pai, seus amigos e seu namorado, então ele fecha os olhos lembrando do abraço e do calor do corpo do seu namorado e do gosto do seu beijo e isso o anima para seguir em frente com seu plano, ele então passa algum tempo até que encontra um galho que agüenta seu peso dentro d'água e ele entra no rio junto com o galho e se deixa levar, na esperança de que esse rio passe perto de algum povoado, acampamento ou cidade, mas só a lembrança que ele estará ainda mais distante daquele local lhe deixa alegre.
Então ele flutua rio abaixo cheio de esperanças.
De repente ele para. Parecia ter escutado algo, passos, vozes, será que já deram pela sua falta? Ele achava que não já que pelo que o notara havia sido mantido preso na ala mais afastada desse hospício. Com cuidado ele arranca a agulha com o tubo do soro que finalmente lembrara-se de tirar do braço.
O forte cheiro de mofo entrava pelo seu nariz enquanto ele andava colado à parede procurando não chamar atenção caso alguém surgisse no final do corredor.
Ele para, mas não escuta nada, então continua a correr procurando fazer o mínimo de barulho possível com seus pés descalços no corredor vazio.
Então ele vê.
A saída.
Mas ele desconfia.
Não há ninguém aqui vigiando e isso significa que, ou ele está em um lugar tão afastado de tudo que seus captores não achem que ele seja capaz de encontrar alguma ajuda, ou isso é uma armadilha e ele será capturado assim que tentar fugir, ou eles estão tão seguros de seu plano que nunca iriam imaginar que ele pudesse fugir e por isso não há ninguém vigiando a portaria.
Calmamente ele se esgueira até o balcão de informações da entrada, até o momento ninguém apareceu. Para sua sorte eles deixaram a entrada do hospício exatamente como estava talvez para não levantar suspeitas de um ocasional viajante que passasse por ali e visse portas novas em um local abandonado.
A porta estava trancada, Katsu então "escorrega" pelo buraco que há no vidro quebrado da porta e se corta no braço – droga! Espero não pegar nenhuma infecção, mas esse corte não significa nada comparado a conseguir fugir desse lugar maldito. -
Bem a tempo ele consegue passar pelo buraco sem mais nenhum corte e corre para a floresta próxima - pra isso aqui ficar mais clichê só falta eu ser perseguido por monstros na floresta, de preferência lobisomens. -
Sorrindo ele corre pela floresta, tropeçando em algumas raízes já que não nesse momento ele está pouco se importando com o cuidado de aonde deve pisar, ele só quer se afastar o mais rápido possível desse local.
Sujo e machucado devido algumas quedas ele percebe que o sol está perto de se por e até o momento aparentemente ninguém deu por sua falta ou não sabem por onde começar a procurar pelo menos ele se lembrou de apagar suas pegadas algumas vezes para tentar atrapalhar seus captores no caso dele estar sendo perseguido. Ele houve um barulho, algo parecido com um murmúrio e vai lentamente em sua direção até que encontra um rio que não parece ser muito profundo, Kat bebe um pouco de água e tem uma idéia, parece ser um pouco louca, mas no momento tudo é válido para conseguir voltar para seu pai, seus amigos e seu namorado, então ele fecha os olhos lembrando do abraço e do calor do corpo do seu namorado e do gosto do seu beijo e isso o anima para seguir em frente com seu plano, ele então passa algum tempo até que encontra um galho que agüenta seu peso dentro d'água e ele entra no rio junto com o galho e se deixa levar, na esperança de que esse rio passe perto de algum povoado, acampamento ou cidade, mas só a lembrança que ele estará ainda mais distante daquele local lhe deixa alegre.
Então ele flutua rio abaixo cheio de esperanças.
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